sexta-feira, 13 de julho de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Depois da mensagem de final de semestre enviada pela professora Clara Coutinho, não poderia de deixar o meu agradecimento por toda a sua dedicação, ajuda e disponibilidade durante todas as aulas, são professores assim que me fazem acreditar que vale a pena seguir em frente nesta caminhada...
O meu muito OBRIGADA também para a professora Eliana foi incansável durante as aulas.
Ana Rita Ribeiro
O meu muito OBRIGADA também para a professora Eliana foi incansável durante as aulas.
Ana Rita Ribeiro
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Como já deves saber, atualmente vivemos uma nova Era populacional, por isso queremos te fazer um convite, acompanha - nos nesta viagem, e descobre como podes mudar o rumo desta nova ERA...
Webquest - Imergindo numa nova era populacional
Webquest - Imergindo numa nova era populacional
terça-feira, 5 de junho de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
segunda-feira, 7 de maio de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
A mensagem do grande mestre da
Geografia, a sua definição para o papél de um bom geografo. “Só me sinto longe
de certas orientações da moda, que seduzem por isso alguns jovens geógrafos, de
uma Geografia humana que estuda relações isoladas em espaços teóricos e
abstractos, quando não há implantação ou actividade humana (mesmo a espiritual)
de todo desligada de um quadro físico que a sustenta e em larga parte
condiciona. [...]. A minha Geografia humana – ou antes,a face humana da
Geografia – é feita com todos os sentidos: a visão que abrange os conjuntos e
discerne e analisa pormenores significativos, o ouvido que surpreende o
tilintar distante do rebanho ou o barulho agressivo da circulação mecânica, o
cantar dos galos que anuncia o lugar próximo ou o silêncio de aldeias
hindus,onde não se criam animais para o pecado de matá-los, o odor
inconfundível dos bazares muçulmanos, composto principalmente do aroma das
especiarias, que também se sente nos mercados do Brasil ou do México, o cheiro
a mijo do deserto por onde passou ou acampou a caravana, o fartum estival da
multidão comprimida no metropolitano, o incomparável acetinado das peles pretas
sobre que tantas vezes estala o chicote [...], os sabores da cozinha popular,
onde, como na Bahía, se combinam ingredientes originários das três partes do
mundo – ponto de partida para o estudo de encontro e sedimentação de
civilizações. Homo sum: humani nihil a me alienum puto! Mas como tudo isto está
longe da Teoria económica em que se inspira uma das correntes da Geografia
humana, onde os homens se diluem em relações quantitativas ou geométricas
abstractas – sem negar a precisão e a pertinência de algumas das suas análises.
Mas, fiel às ideias mestras da minha vocação, procuro manter-me também fiel à
minha juventude liberal e tolerante”. Orlando Ribeiro
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